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Como escolher os suplementos certos para o regresso às aulas

Como escolher os suplementos certos para o regresso às aulas

O regresso às aulas traz consigo muito mais do que mochilas novas, livros e horários. Depois de semanas de férias, muitas crianças precisam de alguns dias para voltar a entrar no ritmo: recuperar horários de sono, adaptar-se novamente às rotinas, recuperar o apetite e voltar a concentrar-se durante períodos mais longos.

É também nesta altura que muitos pais começam a questionar se os filhos precisam de algum suplemento. A resposta não é igual para todas as crianças. Nem todas precisam de suplementação e, quando esta é necessária, deve ser escolhida de acordo com a idade, alimentação, necessidades e características de cada criança. Um suplemento não substitui uma alimentação equilibrada, boas horas de sono ou uma rotina familiar consistente.

Antes de pensar em suplementos, olhar para a rotina

Depois das férias, o primeiro passo deve ser ajudar o corpo a recuperar o seu ritmo natural. Deitar e levantar progressivamente mais cedo, manter horários regulares para as refeições e reduzir o tempo de ecrã ao final do dia podem fazer uma diferença significativa.

O sono merece especial atenção. Uma criança que dorme pouco ou tem horários muito irregulares pode apresentar maior irritabilidade, dificuldade de concentração e menos energia durante o dia. Antes de procurar uma solução em suplementação, vale a pena reconstruir uma rotina de sono previsível, com um ambiente tranquilo e uma hora de deitar relativamente constante.

O mesmo acontece com a alimentação. É normal que durante as férias os horários sejam mais flexíveis e as refeições menos estruturadas. Com a aproximação das aulas, recuperar pequenos-almoços completos, refeições regulares e lanches equilibrados ajuda o organismo a voltar ao seu ritmo.

Quando pode fazer sentido considerar um suplemento?

A suplementação pode ser considerada quando existe uma necessidade específica ou quando a alimentação, por si só, não consegue garantir determinados nutrientes. O objetivo não deve ser dar “um pouco de tudo”, mas perceber o que a criança realmente pode beneficiar.

Idade, alimentação, apetite, nível de atividade, fases de crescimento e necessidades individuais são alguns dos critérios que devem ser avaliados. É precisamente por isso que o aconselhamento do farmacêutico pode ser importante antes de escolher um suplemento.

Para crianças com uma alimentação pouco variada

Há crianças que comem bem, mas têm uma alimentação muito limitada: recusam determinados grupos de alimentos, comem poucas frutas e legumes ou atravessam fases em que o apetite diminui.

Nestes casos, pode fazer sentido avaliar um multivitamínico adequado à idade. As Gomas Multi Kids da Lifergy, por exemplo, reúnem várias vitaminas e minerais importantes para o normal funcionamento do organismo numa fase de crescimento e adaptação a novas rotinas. O formato em goma pode ser particularmente prático para crianças que têm dificuldade em engolir comprimidos ou que são mais seletivas na alimentação, tornando a suplementação mais fácil de integrar no dia-a-dia.

A escolha de um multivitamínico deve, no entanto, ter em conta aquilo que a criança realmente come e as suas necessidades individuais. Não se trata de compensar uma alimentação pouco variada com suplementos, mas de dar um apoio nutricional quando este fizer sentido, sobretudo em fases em que a alimentação possa não fornecer de forma consistente determinados micronutrientes.

Ainda assim, um suplemento não deve servir para compensar permanentemente uma alimentação desequilibrada. A prioridade continua a ser diversificar progressivamente os alimentos e tornar as refeições momentos tranquilos, sem pressão.

Quando a energia e a concentração são uma preocupação

O regresso à escola significa voltar a passar várias horas a aprender, ouvir e manter a atenção. Se a criança apresenta cansaço ou dificuldade em manter a concentração, é importante começar por observar o sono, a alimentação, a hidratação e o tempo de descanso.

Quando se considera que existe uma necessidade adicional, existem opções como as Gomas Relax Attention Kids, também da Lifergy, que podem ser consideradas de acordo com a idade e as necessidades da criança.

Mais uma vez, o suplemento deve ser encarado como complemento e não como uma forma de substituir os pilares que sustentam a concentração: dormir bem, comer de forma equilibrada, fazer pausas e ter tempo para brincar e movimentar-se.

Para recuperar o ritmo do sono

O sono é talvez uma das maiores mudanças no regresso às aulas. Depois de semanas com horários mais livres, algumas crianças têm dificuldade em voltar a adormecer cedo, acordar à hora habitual ou manter um horário regular. E quando o descanso fica comprometido, isso pode refletir-se no humor, na energia e até na capacidade de atenção durante o dia.

Nestes casos, e quando a dificuldade em adormecer ou a irregularidade do sono se mantém, pode ser considerada uma solução como o Melamil Gotas. Este suplemento tem como base melatonina, uma substância naturalmente produzida pelo organismo que participa na regulação do ciclo do sono. A melatonina pode ajudar a reduzir o tempo necessário para adormecer, sendo uma opção particularmente interessante quando o principal desafio é voltar a estabelecer um horário de sono mais regular. A apresentação em gotas permite ainda uma administração simples e uma dosagem ajustada à idade, é indicado para crianças a partir dos 3 anos.

Ainda assim, o suplemento não deve substituir os hábitos que ajudam naturalmente a regular o sono. Antes de recorrer à suplementação, é importante reconstruir uma rotina previsível: antecipar gradualmente a hora de deitar, reduzir os ecrãs e outros estímulos ao final do dia, manter o quarto confortável e criar um pequeno ritual repetido todas as noites. Se as dificuldades persistirem, o aconselhamento do pediatra ou farmacêutico é importante para perceber a sua origem e avaliar se a suplementação é realmente adequada.

E quando a questão é o apetite?

O regresso às aulas pode também coincidir com períodos de menor apetite. Nem sempre isso significa uma carência nutricional. O apetite das crianças varia naturalmente e pode ser influenciado pelo crescimento, pelo nível de atividade, pelo calor, pelo cansaço ou até pelo stress associado ao início de um novo ano escolar.

Em vez de forçar a alimentação, pode ser mais útil oferecer refeições e lanches regulares, variados e nutricionalmente interessantes, respeitando os sinais de fome e saciedade.

Se a falta de apetite for persistente, acompanhada de perda de peso, cansaço ou outros sinais, deverá ser avaliada por um profissional de saúde antes de optar por qualquer suplemento.

O regresso às aulas também precisa de tempo

É fácil olhar para setembro como um botão que se liga de um dia para o outro. Mas, para uma criança, voltar à escola significa adaptar novamente o corpo e a cabeça a uma rotina mais exigente.

Por isso, mais do que procurar um suplemento que resolva tudo, o ideal é olhar para o conjunto: sono, alimentação, movimento, descanso, emoções e, quando necessário, suplementação adequada.

Na My Skin Concept existe uma seleção de suplementos alimentares pediátricos que inclui opções direcionadas para diferentes necessidades, desde multivitamínicos e apoio ao sono a fórmulas com ómega-3 e outros nutrientes. A escolha certa não é necessariamente a que tem mais ingredientes. É aquela que responde verdadeiramente às necessidades da criança, na dose e idade adequadas e com aconselhamento profissional quando necessário.

Um regresso às aulas mais equilibrado começa antes do primeiro dia

Preparar uma criança para o novo ano letivo não significa apenas preparar a mochila. Significa ajudá-la a recuperar o ritmo, dormir melhor, alimentar-se de forma equilibrada e voltar gradualmente às exigências do dia-a-dia.

E, quando existe uma necessidade específica, a suplementação pode ser mais uma ferramenta de apoio, escolhida com critério, sem exageros e sempre integrada numa rotina saudável.